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Vampirismo

Origem

Durante a Guerra, tentativas de conservar Essência Derivada e estabilidade biológica por períodos maiores produziram organismos capazes de preservar-se extraordinariamente, mas dependentes de renovação externa do próprio padrão biológico. Dessa linha surge o Vampirismo.

O Vampiro continua pertencendo à raça-base. Para manter estabilidade física e consciência precisa absorver sangue ou material biológico compatível com sua própria origem/linhagem-base.

Sem renovação suficiente, perde lucidez progressivamente, pode bestializar e, dependendo do organismo, morrer ou permanecer como uma Besta degradada.

O organismo vampírico é excepcionalmente sensível à radiação eletromagnética de origem estelar, especialmente ao espectro produzido pela atividade de fusão da estrela do sistema. O problema não é “qualquer luz” ou Energia em geral: fogo, eletricidade e iluminação comum não reproduzem automaticamente o mesmo efeito. A exposição direta à radiação solar exerce forte pressão sobre a estabilidade vampírica; à noite essa pressão cai.

A reprodução entre dois indivíduos em estado vampírico não produz descendência viável.

R26

Vampirismo exige renovação biológica compatível com a linhagem-base e é especialmente vulnerável à radiação eletromagnética de origem estelar, não à luz ou Energia genéricas.