Titã
Muito antes da Guerra da Ruptura, e possivelmente antes das Personificações históricas atuais, ocorreu uma convergência colossal de Forma. Ela atingiu concentração, coerência e continuidade extraordinárias, mas não produziu consciência plena.
O resultado foi o Titã: uma convergência fracassada de Forma, animada e rudimentar, mas sem o “Eu” completo de uma Personificação. Sua falha é irreversível.
Corpo semelhante a uma massa montanhosa: tronco colossal e dois braços; sem pernas, cabeça ou pescoço definidos.
Movimento extremamente lento; longos períodos parecem completa imobilidade.
O mundo atual pode interpretar seus movimentos como atividade sísmica ou transformação natural do relevo.
O Titã retém uma quantidade colossal de Forma. Essa concentração explica por que a Personificação consciente de Forma durante a Guerra reuniu menos potência que Energia sem que Forma seja cosmologicamente inferior.
Danos estruturais realmente significativos ao Titã podem libertar parte dessa concentração. Se uma Personificação consciente de Forma existir naquele período, pode incorporar parte do que se torna disponível. A liberação não é necessariamente total nem instantânea; parte pode dispersar-se ou permanecer ligada à matéria.
Titã não é uma Besta tecnicamente. Povos que desconhecem sua origem podem classificá-lo assim quando descobrirem que a região é um ser animado.
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O Titã é uma convergência fracassada e irreversível de Forma.
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Danos significativos ao Titã podem libertar Forma e alterar a concentração disponível para uma Personificação consciente de Forma.