Tratado de Aion
Aion, selamento e pós-guerra
A Guerra da Ruptura não termina com uma vitória simples, mas com um acordo de contenção. Depois da fragmentação do mundo, do esgotamento das grandes forças e das deserções, os sobreviventes reconhecem que repetir a lógica da vitória total poderia recriar a própria catástrofe que pretendiam encerrar.
O marco formal desse encerramento é o Tratado de Aion. Guardiões e Aprisionados existem em relação a esse pacto: uns preservam o acordo; outros foram contidos por ele, aderiram a ele ou continuam representando forças capazes de romper sua finalidade.
O Tratado de Aion
O Tratado de Aion estabelece que a guerra não pode terminar apenas pela substituição de um grupo dominante por outro. Seu princípio central é retirar da disputa aberta as concentrações, lideranças e entidades capazes de reiniciar uma guerra em escala de Personificações.
O Tratado formaliza o encerramento das grandes campanhas, autoriza ou exige contenção de forças cuja destruição ou liberdade seria catastrófica, fundamenta a criação dos Guardiões e justifica a construção de uma prisão capaz de operar por eras. Técnicas e projetos de guerra considerados capazes de reacender o conflito podem ser abandonados, ocultados ou proibidos pelas sociedades que aderem ao acordo.
regras mestras
R51
O Tratado de Aion é o marco formal do fim da Guerra da Ruptura e estabelece a retirada/selamento das forças capazes de reiniciar conflito na mesma escala.