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Guardiões

Os chamados “demônios” não formam uma raça. Em grande parte são Guardiões: herdeiros, membros ou continuadores da coalizão do Tratado de Aion, incluindo vencedores e antigos inimigos que desertaram do projeto de continuar a Guerra. Sua função fundamental é preservar o selamento e impedir que o pacto que encerrou a Guerra seja desfeito.

Durante a Guerra, muitos combatentes que praticavam predação e assassinato deliberado desenvolveram Corrupção. Grande parte estava inicialmente contra a humanidade; alguns depois desertaram. Mesmo após a Corrupção regredir, chifres e deformações podem permanecer.

Ao mesmo tempo, Guardiões podem incluir Ascendidos com asas, guerreiros claros de aparência templária, Elfos, Anões e outros povos. Para observadores modernos, a Torre pode parecer uma guerra entre anjos e demônios, quando na realidade ambos defendem o mesmo selo.

Para os Guardiões, romper defesas da Torre não é simples exploração: significa violar o Tratado e reabrir um problema que o mundo já pagou para encerrar. Alguns Aprisionados querem liberdade; outros podem permanecer por adesão voluntária. Um invasor não tem como saber qual caso está libertando. Por isso, do ponto de vista dos Guardiões, atravessar o muro significa entrar novamente na Guerra.

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“Demônio” não é uma raça; é uma classificação popular aplicada a muitos Guardiões da Torre.

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Guardiões defendem não apenas celas, mas o Tratado que encerrou a Guerra; libertar um Aprisionado pode significar romper um acordo de contenção cuja motivação original já foi esquecida.